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A vida sempre continua.

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A vida tem uma capacidade única para dar a volta àquilo que achamos certo e garantido. Pára-nos de choque, tira-nos a respiração, e deixa-nos de lágrimas a correr pela sorte que o destino traçou. É perita em contratempos que nos fazem engolir em seco e deixa-nos o coração a mil.  É com estas provas da vida que aprendemos a lutar. Que percebemos que depois de uma queda é obrigatório levantar de sorriso no rosto para enfrentar o mundo. Caso contrário o mundo engole-nos. A vida consegue ser muito injusta e cruel. Ou talvez, nos coloque à prova antes de nos mostrar toda a sua beleza e simplicidade.
Observa bem o céu. Quantos presentes nele já lutaram por desafios maiores? E partiram. E nós aqui a reclamar da chuva e do vento. Temos de aprender a viver em sol e com sol dentro de nós! Mas saber sempre suportar a chuva. Temos de aproveitar cada oportunidade.  A vida continua, sempre. 
E nós paramos no tempo? Ou continuamos com ela? Já que a vida não pára, também nós, não podemos parar com ela. É…

Gabriela, a tagarela. A sonhadora que enche corações com palavras mágicas.

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Gabriela. A Gabriela é tagarela, conta cada história com um entusiasmo único. É amiga - daquelas que nem todos têm a sorte de conquistar -, é corajosa (e nem sabe bem o quanto), enfrenta a vida com uma garra ímpar. Dá força. Dá abraços. Partilha palavras queridas (e ao mesmo tempo sinceras) e sabe sempre amparar as quedas das pessoas do seu enorme coração.  A Gabriela é sorridente e feliz com a vida. Agradecida, sabe que o essencial está nas pequenas coisas (ou pessoas, como ela própria o diz) e nas palavras do coração. É dona da simplicidade. Observa atenta, com muito carinho, o mundo e as pessoas que a rodeiam. Faz sorrir. Conta histórias encantadoras dos amores desta vida. Escreve as cartas mais bonitas e sentidas. E dança. Dança como se não houvesse amanhã. É feliz!

Que o tempo nos permita dançar pela vida fora. E que as danças da vida sejam sempre felizes. Felizes como tu, minha G: Parabéns!

Feliz!

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Sobre ser feliz. És feliz quando te colocas no primeiro plano da vida. Quando pensas em ti (mas ao mesmo tempo dás de ti a quem merece). Pensas no mundo, em geral. És feliz quando aprendes a ser filtro em vez de esponja que tudo absorve (até aquelas opiniões que não te constroem, só te desmoralizam). És feliz quando conheces o teu próprio valor (mesmo que os outros não o reconheçam). És feliz quando vives na simplicidade (mesmo sabendo que és especial). És feliz quando (a muito ou pouco custo) largas pessoas que (já) não te são, (já) não te dizem, que (já) não te acrescentam – pelo contrário: roubavam a felicidade. És feliz quando concretizas, quando alcanças, quando vences (mesmo quando dizem que não és capaz). És feliz quando guardas para ti o essencial da vida e partilhas com o mundo o básico – aquilo (apenas e só) que os outros devem saber. És feliz quando vives em paz (e com paz no coração). És feliz quando tens amigos (dos bons, os melhores que a vida te guarda). És feliz quando…

Acredita!

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Acredita que a vida é generosa: nunca tira sem dar; nunca pede sem retribuir. Acredita nas coisas boas – faz o bem e a vida devolve o bem em dobro. Acredita nas pessoas que preenchem o teu coração, são elas que te completam. Acredita nos momentos que tens o enorme privilégio de viver, são eles que te fazem pessoa, que te fazem crescer. Acredita nos sítios mágicos e nas histórias encantadas, são parte de ti. Acredita no amor, é a única força capaz de mover o mundo. Acredita na vida, é ela que te move a cada instante. Que te prega partidas de muito mau gosto, mas que tem a capacidade única de te surpreender e de te deixar com borboletas na barriga. É bela. É tua. É de quem a escolhe partilhar contigo. É de quem escolhes ter no teu coração. Acredita!

Dedica mais tempo ao que realmente te faz feliz!

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Tantas vezes nos preocupamos com futilidades que em nada nos acrescentam, que nos toldam o caminho na busca de novos horizontes e não nos deixam correr em direção à felicidade. Pelo contrário, param-nos no tempo, sem nos deixar avançar livremente e de cabeça erguida.   Hoje, é dia de nos reinventarmos! Chega de dedicar tempo àquelas coisas enfadonhas. Chega de fazer só para agradar aos outros. É a ti mesmo que te tens de agradar, em todos os dias. Descansa as ideias, mas não te demores: há um mundo lá fora à tua espera. Corre para ele. Abraça-o. Sente a brisa que te transmite a energia e a coragem. Aceita novos desafios: aqueles que te trazem felicidade genuína. Rodeia-te das tuas pessoas. Sim, aquelas pessoas que te arrancam sorrisos, que te abraçam com o olhar e te falam com o coração.  É nestas pequenas coisas que reside a felicidade. Ela está mesmo ali, ao virar da esquina, em todas as coisas simples da vida. De hoje em diante obedece, sempre, a este imperativo: dedica mais tempo ao …

Carta a 2016: adeus e obrigada! Até já 2017, cá te espero de coração aberto e de sorriso no rosto.

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Querido 2016, chegas ao fim e levas-me tanto. Ainda bem que o fazes. Peço-te, de coração, que leves tudo aquilo que não me acrescenta em nada. Despe-me de tristezas, de desamores, de guerras, de ódios, de intrigas, de egoísmos, de futilidades e de lágrimas de dor. Leva contigo todo o pensamento negativo que alguma vez conseguiste fazer pairar em meu redor. Não me esqueço do que trouxeste, nunca. Que felicidade foi viver-te em pleno e a cada madrugada descobrir mais um dia, único e irrepetível. Que bom foi contemplar o céu, sentir o vento na cara e deixar o cabelo dançar ao som das mais belas sinfonias da natureza. Peço-te, se for possível, que segredes ao ouvido do ano que se avizinha, uns desejos especiais. Diz-lhe, serenamente, para ser no mínimo tão bom como tu fostes, e ainda és. Para me dar a oportunidade de ser feliz, sempre e em qualquer parte. Que me torne mais capaz de dar amor aos outros. Que me faça mais solidária, mais bondosa e que me incentive a semear o espírito natalíci…

Serenata às minhas pessoas.

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Era noite, caiam pingos de uma miudinha chuva sobre a calçada. Da minha janela via pessoas numa azáfama ímpar, para chegar ao lugar onde as guitarras tocam baixinho, a voz ecoa serenamente, as lágrimas caem de mansinho e os abraços apertados são abençoados pelas negras capas.         Entre as mágicas palavras de um belo fado cantado, há uma troca de promessas entre pessoas e uma passagem de testemunhos desta vida – que de tão louca, é tão boa – que nos fazem chorar de emoção e de felicidade por viver aquele momento com as nossas pessoas.         Foi neste belo quadro que percebi que as pessoas da nossa vida são, sem dúvida, as nossas pessoas. E como, num momento tão bonito, me disse uma das minhas pessoas: “As nossas pessoas guardam-se no coração, sabias?” A resposta era óbvia, mas não saia. E, naquele enquadramento da pequena gota de chuva a cair na noite certa, soltei também eu uma gota de certeza: “Sim, vou guardar-te no coração!”

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Adeus, meu querido setembro. Obrigada, setembei-me de ser feliz!

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Adeus, meu querido setembro. Foste tudo aquilo que sonhei, e excedeste as expetativas. Cerraste um ciclo e encetaste um novo, tão bom e tão apetecível. Concretizas-te velhos sonhos, e abriste novos horizontes. Presenteaste-me com vida, oh tanta vida. Encheste-me de luz e brilho, de histórias para recordar e, ainda, de mais sonhos. Trouxeste um outono colorido e um sol suave, que explode em gratidão. Levaste um verão incerto, esperançoso e desinquieto que, por fim, se revelou tão feliz. És e sempre serás o mês de eleição. O meu mês! Obrigada setembro por seres tanto, em tão pouco tempo (que voou).  Em ti, setembrei-me de ser feliz!

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